Mostrando postagens com marcador Puericultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Puericultura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O CMSCD foi certificada como Unidade "Parceira do Pai"


UNIDADES "PARCEIRAS do PAI" receberão CERTIFICAÇÃO

Por: Marcus Renato de Carvalho
MATERNIDADES, CENTROS de SAÚDE, CLÍNICAS de SAÚDE da FAMÍLIA, HOSPITAIS... poderão receber o CERTIFICADO de PARCEIRAS do PAI
Política pública da Cidade do Rio de Janeiro
   Na ultima reunião do Comitê Vida discutimos os critérios para certificação das unidades de saúde como "Parceiras do Pai", uma justa reivindicação de alguns serviços, que querem ter seu trabalho reconhecido e validado. 

   Listamos a seguir os itens sugeridos, baseados na cartilha Unidade de Saúde Parceira do Pai e na experiências dos profissionais da SMSDC da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e parceiros presentes ao encontro.

    Uma unidade de saúde de parceira do pai é aquela que:
1. Tem normas escritas sobre a captação dos homens/pais e o seu envolvimento nas atividades da unidade
2. Tem profissionais que conhecem a importância dos homens no cuidado com seus filhos e o papel da unidade de saúde na promoção da paternidade participativa
3. Tem um ambiente que acolhe os homens: 3 cadeiras em cada consultório, banheiros masculinos ou para as famílias, decoração que valoriza o cuidado paterno
4. Convida os homens/pais a participarem de exames, consultas e atividades de grupo (planejamento familiar, TIG, pré natal, consultas de seus filhos, vacinação, teste do pezinho, etc.)
5. Tem atividades educativas voltadas para os homens na unidade de saúde, creche, escola ou comunidade
6. Aproveitam os horários do final da tarde e os sábados para realizarem atividades com os homens
7. Incentiva o pré natal masculino, ou seja, uma consulta individual ou coletiva para o pai do bebê e/ou o companheiro da mãe (com enfermeiro ou médico)
8. Incentiva a participação do pai no parto e divulga a lei federal no.11.108 de 2005 que obriga as unidades a permitir a presença de um acompanhante indicado pela parturiente
9. Orienta os pais a levarem para a maternidade um documento com foto para registrarem seus bebês
10. Tem profissionais que informam sobre a licença paternidade e a rede de apoio social para as famílias (CRAS, creches, PIC, Conselhos Tutelares, etc.)
      Viviane Manso Castello Branco
Coordenação de Políticas e Ações Intersetoriais/SPS/SUBPAV – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, RJ – BRASIL
Leia mais sobre esta INICIATIVA aqui na seção CUIDADO PATERNO do www.aleitamento.com

    Parabéns ao CMSCD por mais esta conquista e que todos nós funcionários e usuários possam estar engajados em manter esta conquista! Enfª Kátia


AMAMENTAR É UM ATO ECOLÓGICO


ESTUDO foi DIVULGADO na RIO 92 no Seminário Internacional que organizamos
Amamentar é um ato Ecológico:
 
MAMADEIRAS e FÓRMULAS INFANTIS geram LIXO, POLUIÇÃO, DOENÇAS...
 
 
         Em um estudo sobre o impacto ambiental da alimentação por mamadeira, Andrew Radford, coordenador da ONG inglesa Baby Milk Action, voltada para o combate à alimentação inadequada de crianças, justifica essa relação. 
 
“O leite materno é um dos poucos alimentos produzidos e liberados para consumo sem nenhuma poluição, embalagem desnecessária ou desperdício, já que ele é produzido de acordo com a necessidade do bebê”, explica. 

       Ou seja, além dos benefícios para a saúde da mãe e do bebê, a questão ecológica é mais um incentivo para que você amamente o seu filho o máximo de tempo possível. Amamentar reduz o impacto do lixo gerado pelo descarte de embalagens de leite em pó ou de mamadeiras. Ainda no estudo, Radford explica toda a rede de recursos gastos nesse processo. “Mamadeiras, bicos e demais acessórios são feitos de plástico, vidro, borracha e silicone, geralmente reutilizáveis, mas raramente reciclados ao final de sua vida útil. Todos estes produtos desperdiçam recursos naturais (estanho, papel, vidro), causam poluição desnecessária na sua produção e empacotamento e proporcionam o lixo”, diz. 

     Segundo Radford, os plásticos representam uma preocupação importante, pois a maioria deriva do petróleo. São raramente reciclados pela ausência de equipamentos adequados e pela dificuldade em separar os diversos tipos.
“Os plásticos permanecem como poluentes quando descartados, pois a fumaça resultante de sua incineração pode conter dioxinas e outros elementos tóxicos à atmosfera”. Outra questão preocupante para os ambientalistas é o processo da industrialização do leite. Antes de ser embalado, ele é aquecido e, nessa etapa, o gasto de energia é muito alto.
 
Leia toda a publicação, entrando neste link: